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A crise financeira espalha o pânico mundialmente. Os cibercriminosos não perdem a oportunidade. Segundo dados de empresas especializadas em Segurança da Informação, divulgados nos Estados Unidos, o número de ações danosas ao consumidor via Web, principalmente, praticamente dobrou nos últimos dias.
O alvo principal são as instituições bancárias. Os cibercriminosos aproveitam o temor dos clientes e enviam e-mails, capazes de roubar informações bancárias e dados sigilosos. No Brasil, os internautas devem ficar atentos: As ações começam a aparecer na Web.
"Os cibercriminosos cresceram bastante suas atividades diante da crise econômica. Eles sabem que há um pânico generalizado e aproveitam a situação. Eles ganham dinheiro neste tempo de instabilidade econômica", afirma Ryan Sherstobitoff, executivo chefe da Panda Security, em comunicado enviado à imprensa norte-americana.
As ações criminosas se baseiam no envio de e-mails que tentam atrair a atenção de internautas desavisados. O prejuízo causado pelos criminosos da Web é estimado em US$ 14 milhões/mês, mas neste período de crise, esse montante deve crescer, avaliam os especialistas da área.
Certo é que todas as empresas que lidam com segurança da informação registraram incremento de ações danosas aos usuários desde que a crise financeira explodiu nos Estados Unidos, no início de setembro.
O MessageLabs, por exemplo, reportou que houve um significativo incremento dos phisings bancários (e-mails voltados para roubar dados dos internautas) no período. http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=16429&sid=4
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